14 de outubro de 2010

Eternos bocejos


Bocejo. A cada hora, bocejo. O cansaço pesa no fim do dia ou depois do almoço. É culpa do relógio. É culpa do cuco, que desperta as noites, às vezes de três em três horas. Já passou quase seis meses. O meu cuco não para, não dá trégua.

Toda noite, ele se agita e geme. Só se acalma com o mamar. Depois dorme nos meus braços.

Ver o sono profundo dele me acalma, me relaxa, até durmo junto. Nem Morfeu me cutucando durante várias horas do dia muda meu humor. Porque cada gracejo do meu cuco compensa os meus cansados bocejos.